- Maria Rita tens de te esforçar mais e não ficar no treco laredo com as outras miúdas.
- Essa palavra não existe.
- Existe sim. Já ouvi a mãe dizer. Se ela diz, é porque é verdade.
terça-feira, 13 de março de 2018
- Mãe, estou a namorar o amor da minha vida outra vez.
- A A....?
- Sim pedi-a em namoro à frente dos meus colegas. Disse que a amava.
- Gui, não quero beijos.
- Achas mãe!!! Nós namoramos escondidos.
- Escondidos?
- Sim. Assim as chatas das amigas dela não sabem e não chateiam. Conversamos muito.
- E mais?
- Mais nada. Não há mais nada para fazer no namoro, não é mãe?
- A A....?
- Sim pedi-a em namoro à frente dos meus colegas. Disse que a amava.
- Gui, não quero beijos.
- Achas mãe!!! Nós namoramos escondidos.
- Escondidos?
- Sim. Assim as chatas das amigas dela não sabem e não chateiam. Conversamos muito.
- E mais?
- Mais nada. Não há mais nada para fazer no namoro, não é mãe?
Gui é apaixonado por está miúda, que é uma querida
💗 há quatro anos ... E sempre foi recíproco ... O amor é lindo quando é inocente
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Maria Rita adora tomates e não havia para o nosso almoço.
- Maria Rita vai comprar um tomate por favor.
- Ok. Vou levar a minha carteira.
- Ok. Vou levar a minha carteira.
Passados uns minutos, regressa ela.
- Mãe, não temos dinheiro para um tomate, custa 9.48€. São caríssimos.
- Maria Rita, tens de escolher um tomate, pô-lo num saco e pedir ao Sr. que pese o tomate. Vais ver que nem deve chegar a 1€.
- Maria Rita, tens de escolher um tomate, pô-lo num saco e pedir ao Sr. que pese o tomate. Vais ver que nem deve chegar a 1€.
Lá foi ela, mas desconfiada da minha instrução.
Maria Rita trás um tomate enorme ... bonitinho ... e duas pastilhas, porque o 1€ tinha troco e dava para 2 pastilhas.
Maria Rita trás um tomate enorme ... bonitinho ... e duas pastilhas, porque o 1€ tinha troco e dava para 2 pastilhas.
Não me lembro de lhe ter dito que podia trazer pastilhas ... Hum!!!!
- Mãe, porque nunca vais ao cemitério ver os teus familiares que já morreram?
- Gui, para mim não faz sentido lá ir. Eles estão no meu coração, na minha memória. E no cemitério só lá estão os ossos e as lajes.
- Mãe, estou a perceber, mas de qualquer modo, quando tu morreres, eles continuam na tua memória.
- Sim, sempre.
- E quando morreres vais encontrares com eles outra vez, não é?
- Creio que sim.
- Ah ... por isso é que também não vais ao cemitério.
- Gui, para mim não faz sentido lá ir. Eles estão no meu coração, na minha memória. E no cemitério só lá estão os ossos e as lajes.
- Mãe, estou a perceber, mas de qualquer modo, quando tu morreres, eles continuam na tua memória.
- Sim, sempre.
- E quando morreres vais encontrares com eles outra vez, não é?
- Creio que sim.
- Ah ... por isso é que também não vais ao cemitério.
- Mãe, porque nunca vais ao cemitério ver os teus familiares que já morreram?
- Gui, para mim não faz sentido lá ir. Eles estão no meu coração, na minha memória. E no cemitério só lá estão os ossos e as lajes.
- Mãe, estou a perceber, mas de qualquer modo, quando tu morreres, eles continuam na tua memória.
- Sim, sempre.
- E quando morreres vais encontrares com eles outra vez, não é?
- Creio que sim.
- Gui, para mim não faz sentido lá ir. Eles estão no meu coração, na minha memória. E no cemitério só lá estão os ossos e as lajes.
- Mãe, estou a perceber, mas de qualquer modo, quando tu morreres, eles continuam na tua memória.
- Sim, sempre.
- E quando morreres vais encontrares com eles outra vez, não é?
- Creio que sim.
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